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Projectos sociais
Transformam vidas
Um Projecto, várias vidas transformadas;
Um Projecto, vários sorrisos.
Mudam a sociedade
Educam crianças e jovens;
Reintegram cidadãos;
Criam oportunidades.
Implementação do Projecto
O projecto “O Futuro Nas Nossas Mãos” está a ser implementado pela ONG VIS, juntamente com os Salesianos de Dom Bosco e uma rede de parceiros entre os quais destaca-se “O Portal do Voluntario”.
- ONG VIS
- Selesianos de Dom Bosco
- Portal do Voluntário
- Rede de Parceiros
13anos
A ajudar quem precisa
Uma associação movida pelo amor aos livros
A associação Livros são Portas é uma organização não governamental sem fins lucrativos dedicada
à democratização do acesso à educação, à promoção da cultura e ao bem-estar social através da
literatura.
Fundada em 2019 por cinco jovens:
• Silke António
• Eucácia de Freitas
• Roquita Samakuva
• Aldemiro Gaspar
• Milton Camana
A iniciativa surgiu da paixão pela leitura, o que começou como um clube de leitura evoluiu para
diversos projectos voltados para a promoção do livro e da educação na comunidade.
Actualmente, a associação desenvolve mais quatro programas e projectos. Entre eles destaca-se o
Wuanda wa Kutanga, expressão em Kimbundu que significa “rede literária”, dedicada à
implementação e criação de bibliotecas comunitárias.
Biblioteca Livros são Portas: como nasceu.
A Biblioteca Comunitária Livros São Portas foi inaugurada a 12 de agosto de 2021, dois anos após
a criação da associação Livros são Portas. O projecto nasceu da necessidade de responder aos
desafios sociais e educativos enfrentados por muitas comunidades angolanas, marcadas pela
escassez de espaços como estes e pelo acesso limitado à educação e ao livro.
Os fundadores juntamente com outros colaboradores, transformaram uma ideia em realidade,
criando um espaço aberto a cidadania e ao desenvolvimento social.
O significado do nome
O nome da biblioteca foi inspirado na própria associação e na ideia de que os livros são portas para
novos mundos.
Segundo os responsáveis pelo projecto, o livro é uma poderosa ferramenta de transformação social,
capaz de ensinar, inspirar e ampliar horizontes. O nome simboliza também o reconhecimento do
valor da educação e da leitura na construção de uma sociedade mais consciente e participativa.
Desafios enfrentados até conquistar um espaço
A criação da biblioteca enfrentou diversos obstáculos. Embora a administração local tenha
recebido positivamente a iniciativa, não houve apoio financeiro para a sua implementação. O
espaço actualmente ocupado foi viabilizado graças ao apoio de uma madrinha do projecto, que
contribuiu para tornar possível a concretização da biblioteca.
No início, o local consistia apenas na estrutura compartimentada por paredes que precisaram ser
removidas. Com o apoio de benfeitores e parceiros, o espaço foi gradualmente transformado até
reunir as condições mínimas para receber os seus utilizadores.
Os primeiros passos
Quando abriu as portas, a biblioteca contava apenas com livros pertencentes aos membros da
associação, além de mesas, estantes e prateleiras cedidas pelos próprios voluntários. Com o passar
do tempo, o acervo cresceu graças a campanhas de divulgação de doações, permitindo ampliar o
número de obras disponíveis para os leitores.
Um espaço para todos
A biblioteca recebe crianças, jovens, adultos e pessoas de terceira idade. No entanto, o público
infantil continua a ser o mais frequente, pois os hábitos de leitura devem ser incentivados desde
cedo.
Inicialmente, as próprias crianças tornaram-se embaixadoras do projecto, convidando amigos e
colegas para conhecer o espaço. Posteriormente, os pais começaram a acompanhar os filhos e
interessar-se pelas actividades promovidas.
A biblioteca fica aberta no período das 9h às 15h, neste período procura-se garantir um pequeno
lanche para as crianças. Essa iniciativa foi acolhida calorosamente pela comunidade local.
Actividades que vão além da leitura
Mais do que um espaço de consulta de livros, a Biblioteca Livros São Portas desenvolve diversas
actividades educativas e culturais. Entre iniciativas promovidas estão oficinas mensais de xadrez,
jardinagem, pintura, teatro, escrita criativa, karaté e tecnologia.
Impacto comunitário
Apesar dos resultados dos projectos sociais serem geralmente observados a longo prazo, os
responsáveis já identificaram mudanças significativas nos frequentadores da biblioteca.
Entre os principais impactos destacam-se a melhoria da comunicação, o fortalecimento do senso
critico, o aumento do interesse pela leitura e pela escrita, bem como maior participação das famílias
nas actividades. Os pais demonstram mais apoio e menor resistência à participação das crianças
actualmente, contribuindo para o fortalecimento do projecto e para o seu impacto social.
Necessidade e desafios actuais
Para continuar a expandir as suas actividades e atender um número cada vez mais elevado de
beneficiários, a biblioteca necessita de apoio em várias áreas.
Entre as principais necessidades estão:
• Materiais didácticos, como lápis, folhas A4, lápis de cor, cadernos e livros;
• Professores e facilitadores para a realização de oficinas e actividade educativas;
• Lanches e água para as crianças;
• Voluntários para apoiar nas actividades da biblioteca;
• Materiais descartáveis e de higiene;
• Melhorias na infraestrutura, incluindo a instalação de ar condicionado e a requalificação
da biblioteca.
Um projecto que abre portas para o futuro
Mais do que um espaço físico, a Biblioteca Comunitária Livros São Portas tornou-se um símbolo
de transformação social e de promoção da cidadania. Através dos livros, da educação e da
participação comunitária, o projecto continua a abrir portas para novas oportunidades e a inspirar
uma geração de leitores agentes de mudança.
Ficha técnica
Coordenação: Kitengo Kunga
Editora: Aliety Gomes
Reportagem e revisão: Maria Manuel
Fotografia: Ketna Chipango/ Carlos Cândido
Localizada no município de Viana, comuna da Estalagem km 12- A, a Biblioteca Comunitária A.S. surgiu de uma pergunta feita por um dos filhos de Aniceto da Silveira, “Papá, porquê nós vamos à escola e essas crianças não?”, levado pela vontade de fazer a diferença, Aniceto sentiu-se comovido pela observação profunda do seu filho.
Além do incentivo dos filhos, a iniciativa contou também com o apoio da Associação Kalissoki, que contribuiu para tornar possível a criação da biblioteca num espaço físico.
Num espaço acolhedor, onde as crianças descobrem um novo mundo através da leitura, partilha-se amor, estórias e momentos de lazer que preenchem os dias das crianças com diversas actividades entre as quais os encontros com escritos do nosso país. Esta é uma iniciativa inserida no âmbito do programa 12 Escritores na Biblioteca Comunitária, cujo primeiro convidado foi o escritor Boaventura Cardoso.
Onde tudo começou:
Enquanto frequentava a faculdade de Direito, Aniceto viu-se acurralado pois os seus colegas não emprestavam livros. Foi por essa razão que em 2020, Aniceto começou a transportar livros utilizando uma mochila fazendo entregas ao domicílio. De seguida, passou a divulgar os seus serviços gratuitos através da sua conta do facebook. Não tinha grandes expectativas; era apenas movido pela vontade de partilhar o amor pela leitura e de ajudar quem precisava de um livro.
Comovido com a reflexão do seu filho, Aniceto da Silveira carinhosamente tratado por Tio Aniceto, foi levado pela compaixão e pela vontade de fazer a diferença no bairro que vive, decidiu agir e abrir a Biblioteca Comunitária do KM 12-A da Estalagem em 2022.
O que é actualmente a Biblioteca Comunitária outrora foi a casa própria de Aniceto da Silveira em que habitava com a sua mulher e filhos. Com o apoio da sua amada, familiares e amigos, mudou-se para uma casa arrenda onde hoje reside.
Aceitação da comunidade
A inserção na comunidade não foi um processo fácil. A comunidade não via crescimento nem vantagens no que estava a acontecer, até começar a acompanhar de perto cada passo dado, cada actividade realizada e consequentemente a mudança na comunicação dos seus filhos, bem como os valores morais e cívicos aprendidos. Perante essas mudanças, a comunidade passou a apoiar o projecto.
A Biblioteca Comunitária tem uma relação de amizade com a Aliança Francesa e uma cooperação internacional com a Associação Kalissoki com sede em França Rennes, que têm acompanhado o progresso do trabalho que Aniceto tem desenvolvido na sua comunidade. Pelo apoio recebido da Associação Kalissoki, teve a honra de participar em eventos realizados, em França e Portugal, onde recebeu doações de livros que agora permanecem na Biblioteca.
Dificuldades e necessidades actuais
Enfrentam dificuldades presentes, como a falta de equipamentos informáticos, para que seja possível os meninos fazerem os seus trabalhos escolares, melhoramento do ambiente interno, com ventiladores e ar condicionado, para que o ambiente esteja confortável, não só para os meninos como para os convidados também.
Ao logo do desenvolvimento do projecto, todas as despesas financeiras têm sido a cargo dos membros responsáveis pela biblioteca.
Voz da biblioteca
Paula Tetembwa (15 anos)
“Quando comecei a frequentar a comunidade tinha 13 anos e não gostava de leitura. Aprendi que os livros nos ensinam muito, tinha vergonha de falar em público, tenho aprendido com as crianças que frequentam sempre à biblioteca para fazer pesquisa. Agradeço ao Tio Aniceto, por tudo.”
Um acto solidário que tem mudado a vida de muitas crianças, que começou como um incentivo simples. A leitura hoje fortifica vínculos, desperta sonhos no olhar de cada criança e transforma a comunidade em um espaço onde a imaginação e o conhecimento ganham lugar.
Ficha técnica
Coordenação: Kitengo Cunga
Reportagem: Aliety Gomes
Fotografia: Carlos Cândido
No município do Cazenga na Província de Luanda uma inquietação transformou-se em acção. O que começou como uma simples pergunta- “quantas crianças da nossa comunidade estão fora do ensino escolar?” – tornou-se um movimento comunitário que hoje impacta dezenas de famílias.
Entre risos, leituras em alto tom e o som do lápis sobre o caderno, nasceu o projecto comunitário Aprendizes do bem. Mais do que uma escola, tornou-se um espaço de esperança, crescimento e oportunidade.
O início: debaixo de uma árvore de goiaba
Criado por jovens do município do Cazenga, a Escola Comparticipada – CZG- 104 Aprendizes do Bem –AB, teve início de forma simbólica e simples: debaixo de uma goiabeira, no quintal de um dos membros fundadores, Fernando Adão.
O projecto começou com 12 crianças e era tido como a
Explicação Aprendizes do Bem. No entanto, num período de dois anos o número subiu para 30 crianças. Este crescimento em pouco tempo revelou uma necessidade urgente na comunidade.
Com o aumento da procura, foi alugada uma casa de um quarto e sala, posteriormente o espaço foi dividido, transformado em três salas de aulas onde permaneceram até 2016. O projecto expandiu a sua actuação para além das crianças, passou a oferecer alfabetização para adultos. As aulas decorriam das 7h às 8h da manhã e também no período pós-laboral. Muito dos adultos são pais das crianças que frequentam a escola.
Missão e compromisso social
A missão principal é educação e saúde. Mais do que ensinar a ler e escrever, o projecto procura promover dignidade, inclusão e melhoria das condições de vida da comunidade.
Conhecendo a realidade dos alunos
Em 2023 foi realizada um inquérito para compreender melhor a realidade das crianças e adolescentes daquela comunidade. Os dados revelaram que a maioria vivia em condições precárias e fora da família nuclear, residindo com tios, tias e avós.
Foi também identificado que muitas crianças e até os seus pais não possuem registo de identificação, o que agrava a vulnerabilidade social.
Mesmo após deixarem a escola, algumas crianças continuam a fazer visitas periódicas e participam em actividades promovidas pela escola, demonstrando o vínculo criado ao longo do percurso formativo.
Fundadores
O projecto foi desenvolvido por cinco jovens do município do Cazenga que se conheceram através do projecto Fazer o bem faz bem, são:
- Fernando Adão,
- Francisco Van Dúnem,
- Osmar José
- Rosimar Tomás
- Pedro Miguel
Necessidades e desafios actuais
Além disso, é urgente a melhoria do saneamento básico, de modos a garantir o mínimo necessário para o funcionamento do espaço escolar, nomeadamente acesso regular à energia e à água, preservação da estrutura escolar.
O reforço do apoio financeiro permitirá não apenas concluir a construção, mas assegurar melhores condições para os alunos e professores.
O impacto nas vozes dos aprendizes
Os resultados do trabalho desenvolvido reflectem-se nas palavras dos próprios alunos:
Domingos Diogo (18 anos)
“entrei no Aprendizes do Bem, com 10 anos de idade, saí aos 16 anos. Aprendi muita coisa e foi bom, tivemos muitas saídas, gostei dos professores e da escola. Atcualmente estou na 10 classe, sou muito grato por tudo que aprendi.”
Francisco Cafumba (16 anos)
“Comecei no Aprendizes do Bem quando tinha 7 anos de idade fazendo a 2º- classe e saí aos 12 anos com a 6º- classe finalizada. Se pudesse voltar no tempo, voltaria no aprendizes do bem, gostei muito do tempo que estive lá, faço visitas uma vez a outra. O meu irmão também estuda lá e entrou com a mesma que idade que eu e já está a terminar, chama-se João Cafumba.”
Mais do que um projecto a Escola Comparticipada – CZG 104 Aprendizes do Bem- AB representa a força da iniciativa comunitária quando aliada à persistência e a solidariedade.
O que começou debaixo de uma árvore transformou-se numa estrutura educativa de impacto real, um exemplo de que os heróis da comunidade nem sempre usam capas, mas carregam livros, quadros e a vontade de ensinar.
Ficha técnica
Coordenação: kitengo Cunga
Reportagem: Aliety Gomes
Fotografia: Carlos Cândido
Comunidade do buraco: quando ajudar é um acto de amor
Na Comunidade do Buraco, localizada no município de Talatona em Luanda, a palavra solidariedade ganha um significado profundo.
Num espaço marcado por famílias desestruturadas, baixo nível de escolaridade e dificuldades sociais, surge a figura de Ana Costa de Fátima Setende, carinhosamente conhecida como Tia Ana, uma mulher que transformou a dor colectiva em esperança e acção comunitária.
O lema que orienta o trabalho desenvolvido na comunidae é claro “cada jovem vai ser vigilante um com o outro”, promovendo responsabilidade, união e cuidado mútuo entre crianças, adolescentes e jovens.
Vontade de mudança e criação de oportunidades Movida pela vontade de gerar mudanças reais, Ana Setende actua há mais de dois anos na Comunidade do Buraco. Em 2024, fundou a Associação Estrelinhas da Faty Setende, com o objectivo de criar novas oportunindades para crianças e jovens que, muitas vezes, crescem em contexto social vulnerável.
A associação acolhe crianças dos 2 aos 5 anos de idade, oferece actividades ligadas ao ensino, educação, artes, música e alfabetização. O projecto estende-se também a algumas mães da comunidade, como forma de combater o desespero que leva muitas mulheres a refugiarem-se no consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Com o lema “educar, proteger, transformar, juntos somos mais fortes pelo desenvolvimento da Comunidade do Buraco.”
Fundou também o grupo de futebol masculino com o nome Resilientes Futebol Clube da Comunidade do Buraco, criado com a finalidade de afastar as crianças e jovens da deliquência, do consumo de álcool e de outros comportamentos de risco, o grupo utiliza o futebol como ferramenta de disciplina, inclusão social e formação humana.
O grupo é acompanhado pelo José Jorge, carinhos
amente tratado por Tio Jorge, e é composto por mais de 40 crianças da comunidade. Para além dos treinos regulares, a equipa participou em actividades e jogos amigáveis no Benfica e Coqueiros, representando a Comunidade do Buraco em competições locais.
O futebol tem servido não apenas como prática desportiva, mas também como espaço de educação cívica, respeito, trabalho em equipa e vigilância.
O projecto recebeu apoio do Serviço de Tecnologia de Informação e Comunicação das Finanças Públicas de Angola, que contribuiu com equipamentos e material desportivo, fortalece o desenvolvimento das actividades e incentivam a parmanência dos jovens no desporto comunitário.
Apoio e desafios estruturais
Um dos marcos importantes do projecto foi a cedência de um espaço físico pela Associação Provincial de Moto Cross, que permitiu o desenvolvimento de actividades comunitárias. No entanto, a construção e reestruturação do espaço continuam a enfrentar dificuldades devido à falta de recursos financeiros.
Segundo Ana Setende:
“Precisamos de apoio efectivo. Muitas vezes recebemos visitas rápidas, doações pontuais de sopa ou roupas, mas o que realmente precisamos é da ajuda na construção do nosso espaço físico e de um centro de formação para os jovens”
Vozes da comunidade
Os impactos do trabalho desenvolvido reflectem-se nas palavras das próprias crianças:
Weza Joaquim ( 8 anos ) afirma que participar da comunidade lhe trouxe aprendizagens importantes atraves da música, dos jogos e da educação.
Rosa Calengo ( 13 anos ) destaca a melhoria no comportamento, na comunicação e o contacto com a escrita músical, aprendido com a Tia Ana.
Gelson ( 10 anos ) conta que começou a frequentar a comunidade através do irmão, integra a equipa de futebol e já iniciou um curso de mecânica.
Uma luta que continua
Apesar dos avanços, a Comunidade do Buraco continua a enfrentar sérios desafios, como a falta de seneamento básico, acesso à água potável e casas de banho em condições dignas.
Ana Setende deixa um apelo sincero:
“Muitas pessoas querem aparecer, mas poucas conhecem verdadeiramente a nossa realidade. O que precisamos é de compromisso e não apenas de promessas.”
Entre dificuldades e conquistas, a Comunidade do Buraco segue firme, prova que ajudar é, acima de tudo um verdadeiro acto de amor.
Ficha técnica
Coordenador: Kitengo Cunga
Reportagem: Aliety Gomes
Fotográfia: Carlos Cândido
- Membro da Associação Fazer o Bem Faz Bem
- Membro da Brigada Jovem Solidária do Cazenga
- Membro fundador da Associação Aprendizes do Bem
- Locutor, com experiência em rádio fazendo informação entretenimento;
- Actor nos extintos grupos de teatro FiHenda (Filhos do Henda) e NAEH (Núcleo de Artes Estrelas no Horizonte);
- É actor do Super Pakata e Gestor de Marketing no Standard Bank.
- Programa Sorria Angola - Uma parceria entre Heróis de Azul, Associação Cárie Not, EducaSat e Fll@. O programa dedicava-se essencialmente a oferecer cuidados de saúde oral para os mais carenciados, levando profissionais por várias comunidades do país;
- Programa Saúde na Comunidade. O espectro do Sorria Angola foi alargado e por meio do Projecto Heróis de Azul, Jelson Gaieta desafiou os parceiros e voluntários. Assim o projecto passou a estar dedicado nas áreas da Saúde e Educação;
- Na Saúde, foram alargadas as áreas de intervenção, sempre assegurando o apoio logístico e medicamentoso. Programa de apoio a Hospitais com medicamentos e material gastáveis em Luanda, Namibe, Cunene, Zaire, Benguela, K. Sul, Cabinda e Huila;
- Patrocínio ao projecto Craques da Escola 2019 e 2020;
- Criação do programa de oficina de panificação, corte e costura, crochê, direcionado aos centros de acolhimento - Luanda, Cabinda e K.Sul
- Membro do programa Fórum do Voluntariado, com Kitengo Kunga e outros voluntários, uma proposta do Portal do Voluntário, o programa criado em 2020, no período da pandemia do Covid-19, inicialmente virtual e reunia vários interessados aos domingos para abordar diversos temas ligados ao voluntariado e ao desenvolvimento sustentável, tendo evoluído posteriormente para o formato presencial, com a participação de outros parceiros como o VIS e Heróis de Azul.
- Programa de doação de biofiltros e realização de oficina de produção artesanal de sabão, apoiando o Projecto Química Verde Lab.
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